Clínica Oftalmolaser

DOENÇAS DO OLHO

CATARATA

CATARATA

Leia Mais

A catarata acontece pela opacificação do cristalino, uma lente natural que temos dentro do olho, sendo conseqüência do envelhecimento normal do nosso corpo. A grande maioria das pessoas a desenvolve após os 50 anos...

CERATOCONE

CERATOCONE

Leia Mais

O ceratocone é uma protusão localizada da córnea. A córnea é a parte mais anterior do nosso olho, que comparado a um relógio, seria seu vidro. Acontece um afinamento corneano progressivo, gerando uma irregularidade com conseqüente baixa da visão...

CONJUNTIVITE

CONJUNTIVITE

Leia Mais

É a inflamação da conjuntiva, uma membrana fina e transparente que reveste a esclera (parte branca dos olhos) e a face interna das pálpebras. Pode ser causada por vários motivos, mas os principais são: as infecções (virais e bacterianas), alergias e tóxicas...

DMRI

DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA A IDADE

Leia Mais

A degeneração macular é a responsável pela maioria dos casos de cegueira em pessoas acima dos 50 anos. É provocada pelo envelhecimento da retina, que vai se afinando e desgastando com o passar dos anos. Se o desgaste chega até a mácula, o indivíduo perde...

GLAUCOMA

GLAUCOMA

Leia Mais

O glaucoma é uma doença que atinge o nervo óptico, causado geralmente pelo aumento da pressão intra-ocular devido ao bloqueio do escoamento do humor aquoso (líquido que temos dentro do olho). Atinge principalmente adulto acima de 40 anos...

RETINOPATIA DIABÉTICA

RETINOPATIA DIABÉTICA

Leia Mais

O diabetes atinge todo o organismo e no olho provoca a retinopatia diabética, que são alterações que podem levar a cegueira por lesão da retina. Oitenta por cento dos diabéticos com mais de 25 anos de doença a possuem, sendo responsável por 4,8%...

RETINOPATIA HIPERTENSIVA

RETINOPATIA HIPERTENSIVA

Leia Mais

A retinopatia hipertensiva é causada pelo aumento da pressão arterial sistêmica, causando alterações nos vasos da retina que se afinam e depois dilatam extravasando sangue para dentro do olho. A hipertensão prejudica a visão causando...

RETINOPATIA HIPERTENSIVA

PTOSE PLAPEBRAL (Blefaroplastia)

Leia Mais

O excesso de pele nas pálpebras acontece pela perda de elasticidade ou queda dos tecidos (pele ou músculo). As "bolsas de gordura" são ocasionadas pela saída (herniação) de parte da gordura que fica em torno do globo ocular (figura 1 e 2)...

RETINOPATIA HIPERTENSIVA

MIOPIA, ASTIGMATISMO, HIPERMETROPIA

Leia Mais

Realizado desde 1991, o LASIK (escultura corneana através da aplicação de LASER no estroma) é até hoje a técnica cirúrgica a LASER mais utilizado para correção de grau de miopia, astigmatismo e hipermetropia. Um dos principais...

85 3271.2501 | 9618.3200       Avenida Oliveira Paixa , 1599, Cidade dos Funcionários, Fortaleza CE
Wsete Design

CATARATA

A catarata acontece pela opacificação do cristalino, uma lente natural que temos dentro do olho, sendo conseqüência do envelhecimento normal do nosso corpo. A grande maioria das pessoas a desenvolve após os 50 anos, aparecendo raramente na juventude ou em crianças (figura 1).

Catarata
Figura 1- Catarata nuclear

O único tratamento da catarata é a cirurgia, que consiste na substituição dessa lente natural opaca por uma artificial transparente. A cirurgia é realizada através de facoemulsificação com anestesia local, não sendo necessário dar pontos, havendo assim uma recuperação mais rápida e confortável.

Há uma variedade de lentes que podem ser utilizadas no implante. As que entram dobradas, por uma incisão menor, são as preferidas. Existem também as que corrigem o astigmatismo e a baixa visual para perto.

A criação da lente intra-ocular (LIO) para cirurgia de catarata foi um marco para oftalmologia e, com o tempo, suas evoluções trouxeram imensos benefícios, tanto na quantidade como na qualidade visual dos indivíduos operados. Resumidamente vamos comentar sobre os aspectos básicos das LIOs, dividindo-as didaticamente em não dobráveis e dobráveis.

Levando em consideração que a facectomia será realizada pela técnica de facoemulsificação (ultra-som), as lentes não dobráveis entram em incisões com tamanho aproximado de 5,2mm, são de polimetilmetacrilato (PMMA) e possuem proteção ultra-violeta (UV). Boa parte das utilizadas em nosso país é fabricada aqui mesmo, mas existem também importadas. Hoje, um dos principais motivos de se evitar seu uso é o tamanho da incisão necessária para o implante (5.2mm), gerando maiores graus de astigmatismo pós-operatório (figura 2 e 3).

Catarata

As lentes dobráveis são preferidas por boa parte dos médicos e também dos candidatos á facectomia. Boa parte é importada, mas o Brasil também a produz. Existem algumas variações, tanto em materiais como na presença de filtros de proteção. O material mais utilizado na fabricação é o acrílico, por possuir características especiais que viabilizam não só qualidade da visão, mas permite a aplicação de vários "tratamentos" na LIO. Além da proteção UV podem apresentar proteção contra luz azul, retardando o aparecimento da degeneração macular relacionada a idade. As LIOs fotocromáticas tornam-se escuras quando o indivíduo se expõe a luz, voltando ao estado normal em ambiente de pouca luminosidade, podendo ser indicada em indivíduos com extrema fotofobia. As asféricas são muito indicadas pelos médicos oftalmologistas em indivíduos de pupila grande, por permitirem melhor qualidade visual, diminuindo as distorções das imagens.

Além dos vários benefícios citados, as LIOs dobráveis têm a vantagem de entrarem em pequenas incisões (3.0mm, 2.5mm e 2.2mm), gerando pouco grau de astigmatismo pós-operatório (figura 4).

Catarata

Após os 40 anos de idade, o olho humano perde a capacidade de focalizar as imagens para perto, este fenômeno é conhecido como presbiopia ou "vista cansada". Com o passar dos anos, além da presbiopia a catarata contribui para o embaçamento visual, perda de nitidez e qualidade visual. É aí onde entra um capítulo à parte das LIOs dobráveis: a possibilidade de implante que fornecem visão para perto e longe ao mesmo tempo. Um percentual cada vez maior de indivíduos se enquadra no perfil dessas LIOs, se beneficiando desse grande avanço médico-tecnológico.

CERATOCONE

O ceratocone (figura 1) é uma protusão localizada da córnea. A córnea é a parte mais anterior do nosso olho, que comparado a um relógio, seria seu vidro. Acontece um afinamento corneano progressivo, gerando uma irregularidade com conseqüente baixa da visão. Nenhuma teoria explica completamente a origem do ceratocone.

Ceratocone
Figura 1- Córnea protusa

No início, pode não ser percebido, porque a baixa visual é leve. Sua evolução pode ser rápida ou levar anos (média de seis anos), até estacionar em qualquer estágio, necessariamente não tem que seguir até um grau severo.

Inicia-se geralmente na adolescência (80,0%), por volta dos 16 anos de idade, acometendo os dois olhos (90,0 % dos casos) com intensidades diferentes. A Incidência na população geral varia de 0,05 % a 0,5 %. No estágio inicial a perda de visão pode ser corrigida pelos óculos, mas com a evolução o astigmatismo irregular gerado requer correção com lentes de contato rígidas, que substituem a superfície corneana irregular por uma uniforme, melhorando a visão.

A identificação do ceratocone, principalmente nas fases iniciais, requer experiência do médico e uma cuidadosa investigação. Geralmente, acontecem modificações freqüentes dos óculos em curto período de tempo sem, no entanto, forneceram boa visão. A queixa de halos em torno das luzes e fotofobia (sensibilidade anormal à luz) é freqüente. Os principais exames diagnósticos são: retinoscopia, biomicroscopia com lâmpada de fenda, paquimetria e topografia corneana (figura 2). A topografia computadorizada da corneana é o principal exame, fornecendo tanto a localização como o grau do ceratocone (grau I, II, III e IV). O acompanhamento oftalmológico deve ser anual.

Corneana
Figura 2- Topografia corneana (aumento de curvatura inferior)

Não existe um tratamento específico, tudo depende do estágio da doença. Em caso onde os óculos e as lentes de contato não fornecem boa visão ou há intolerância ao seu uso, está indicado o implante de anel intra-estromal (figura 3). Por último, em 10,0% dos casos, o transplante de córnea (figura 4) é necessário.

Anel intra-estromal
Figura 3- Anel intra-estromal
Transplante de córnea
Figura 4- Transplante de córnea

CONJUNTIVITE

É a inflamação da conjuntiva, uma membrana fina e transparente que reveste a esclera (parte branca dos olhos) e a face interna das pálpebras. Pode ser causada por vários motivos, mas os principais são: as infecções (virais e bacterianas), alergias e tóxicas.

Quanto às causas infecciosas as virais são mais freqüentes, acontecendo geralmente em surtos, sendo seu principal causador o adenovirus. A contaminação pode ocorrer até 10 dias após ter sido infectado, sendo a transmissão feita atrvés de mãos e objetos contaminados. Causa vermelhidão, lacrimejamento e fotofobia, geralmente autolimitada. Ao acordar os olhos podem permanecer pregados e uma sensação de areia nos olhos é freqüente. Dependendo do sorotipo do vírus pode causar inflamações mais intensas com formação de pseudomembranas na conjuntiva palpebral, hemorragias (figura 1) e opacificações numulares (redonda) na córnea (figura 2). Essa última cursa com baixa de visão de leve a moderada, dependendo da localização e quantidade de opacificações. Quando há formação de pseudomembranas um cuidado especial deve ser tomado pelo médico para retirada dessas pseudomembranas e o uso cuidadoso de antiinflamatório hormonal.

Conjuntivite
Figura 1- Hemorragia subconjuntival
Conjuntivite
Figura 2- Opacificações numulares

A prevenção é feita através do isolamento dos objetos do indivíduo doente, evitando-se também contato direto. Devem-se lavar as mãos sempre que possível com água corrente e sabão.

A conjuntivite alérgica é uma entidade bem comum, acontece geralmente nos dois olhos e pode ter período de melhora e reincidênia. Acometem mais os jovens e podem vir associada com outros tipos de processo alérgico (rinite). Além do olho vermelho e prurido, o inchaço das pálpebras pode ocorrer. A alergia pode acontecer pelo contato direto com substância alerg6enicas ou através do ar com o contato do pólen das flores.

Conjuntivite
Figura 2- Papilas em tarso superior.

O tratamento é feito com anti-alérgicos em forma de colírios, sendo os corticóides utilizados em casos especiais com acompanhamento rigoroso do seu médico oftalmologista.

DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA A IDADE (DMRI)

A degeneração macular é a responsável pela maioria dos casos de cegueira em pessoas acima dos 50 anos. É provocada pelo envelhecimento da retina, que vai se afinando e desgastando com o passar dos anos. Se o desgaste chega até a mácula, o indivíduo perde a visão central, não distinguindo cores nem detalhes das imagens. Com a degeneração da mácula perde-se a capacidade de realizar atividades rotineiras como, por exemplo, ler ou enfiar linha numa agulha.

Existem dois tipos de degeneração macular relacionada à idade: a) A "seca", mais comum, é resultado do afinamento da mácula, com perda gradual da visão. b) A degeneração macular úmida, que ocorre em apenas 10% dos casos, é provocada por hemorragias na retina. Neste tipo, a perda de visão ocorre rapidamente (figura 1).

DMRI
Figura 1- Degeneração macular

Ainda não se sabe a causa exata da degeneração macular relacionada à idade, mas os especialistas sugerem algumas medidas que podem ajudar a evitar o aparecimento da doença como é o caso da proteção ultraviolenta dos olhos, através do uso de óculos de sol ou de grau. Os sintomas da degeneração macular podem variar de pessoa para pessoa. Mas alguns sinais são alarmantes, e devem ser comunicados logo ao oftalmologista: a) Linhas retas parecem onduladas b) As cores ficam pálidas c) As palavras aparecem borradas.

Não há cura para a degeneração macular seca. No caso da degeneração úmida o LASER pode ser usado para impedir que a hemorragia continue. Recentemente surgiram tratamentos preventivos, com substâncias anti-angiogênicas, que são remédios que inibem o crescimento dos vasos anormais, impedindo uma evolução pior da doença e melhorando a visão central do paciente. Mesmo assim acontece uma perda parcial da visão.

GLAUCOMA

O glaucoma é uma doença que atinge o nervo óptico, causado geralmente pelo aumento da pressão intra-ocular devido ao bloqueio do escoamento do humor aquoso (líquido que temos dentro do olho). Atinge principalmente adulto acima de 40 anos, sendo raro em crianças.
Sintomas como dor e lacrimejamento podem aparecer, mas na maioria das vezes não há sintomas. A perda da visão periférica, em médio prazo, é referida por boa parte dos indivíduos. A cegueira irreversível acontece mais nos casos não tratados (figura 1 e 2).

Glaucoma
Figura 1- Nervo óptico normal
Glaucoma
Figura 2- Nervo óptico escavado

O tratamento pode ser realizado com colírios, que devem ser usados durante toda a vida e, em alguns casos a cirurgia é necessária.
A prevenção é feita anualmente nos indivíduos acima de 40 anos, através da medida da pressão ocular, fundoscopia e campo visual. Em casos suspeitos a tomografia de coerência óptica é necessária.

RETINOPATIA DIABÉTICA

O diabetes atinge todo o organismo e no olho provoca a retinopatia diabética, que são alterações que podem levar a cegueira por lesão da retina. Oitenta por cento dos diabéticos com mais de 25 anos de doença a possuem, sendo responsável por 4,8% dos casos de cegueira irreversível. Altos níveis de açúcar no sangue lesam os vasos da retina, causando hemorragias, depósitos de gordura, edema e isquemia (figura 1). Grandes hemorragias e descolamento da retina com perda visual pode acontecer.

Retinopatia diabética
Figura 1- Sangue e gordura no fundo do olho

Inicialmente não provoca sintomas, mas quando atinge a área central da retina (mácula) há baixa de visão significativa.

O acompanhamento médico oftalmológico deve ser anual. As grávidas diabéticas devem ter maior atenção no primeiro trimestre porque a retinopatia pode avançar a partir desta época. A angiografia fluoresceínica é um exame que ajuda no diagnóstico e acompanhamento da retinopatia e consiste de fotografia do fundo do olho em momentos distintos com injeção de contraste na veia.

O melhor tratamento é a prevenção, controlando a glicemia e diagnosticando precocemente. O LASER e medicações intra-oculares podem ser indicados com objetivo de prevenir maior perda de visão. Alguns casos necessitam de cirurgia.

RETINOPATIA HIPERTENSIVA

A retinopatia hipertensiva é causada pelo aumento da pressão arterial sistêmica, causando alterações nos vasos da retina que se afinam e depois dilatam extravasando sangue para dentro do olho. A hipertensão prejudica a visão causando depósitos de substâncias, como gordura ou sangue, na área central da visão. O controle de sua pressão constitui fator fundamental para evitar a instalação ou evolução da retinopatia hipertensiva (figura 1).

Retinopatia Hipertensiva
Figura 1- Sangramento no fundo de olho do hipertenso

O tratamento dos depósitos de gordura ou de sangue na retina é feito com LASER, diminuindo o edema na região atingida, melhorando assim a visão. Os portadores de hipertensão devem marcar exame de fundo de olho com seu médico pelo menos uma vez ao ano.

PTOSE PLAPEBRAL (Blefaroplastia)

O excesso de pele nas pálpebras acontece pela perda de elasticidade ou queda dos tecidos (pele ou músculo). As "bolsas de gordura" são ocasionadas pela saída (herniação) de parte da gordura que fica em torno do globo ocular (figura 1 e 2). A genética tem papel fundamental na causa, assim como a ação da força da gravidade, radiação solar e envelhecimento. O diagnóstico é feito pelo médico, a partir de queixas do paciente.

Ptose Palpebral (Blefaroplastia)

O médico deve confirmar a presença das alterações, indicando o tratamento mais adequado. A cirurgia deve partir da vontade do paciente. A anestesia é local, podendo ser feita uma sedação. A cirurgia é feita através de cortes na pele, acompanhando rugas naturais já existentes. Em geral 10 dias são suficientes para o retorno às atividades, e pelo menos três meses para se observar o resultado final.

A prevenção inclui os cuidados com a pele, evitar ganho e perda excessiva de peso e limitar a exposição solar.

MIOPIA, ASTIGMATISMO, HIPERMETROPIA

Realizado desde 1991, o LASIK (escultura corneana através da aplicação de LASER no estroma) é até hoje a técnica cirúrgica a LASER mais utilizado para correção de grau de miopia, astigmatismo e hipermetropia. Um dos principais motivos que levam um indivíduo a realizar cirurgia refrativa é a estética, seguido de intolerância a lentes de contato. A idade ideal para o LASER é quando há estabilização do grau, o que coincide com a parada do crescimento do corpo, geralmente aos 20 anos.

Antes da cirurgia deve-se realizar a medida da visão, mapeamento de retina, análise da superfície (topografia) e espessura (paquimetria) corneana. Na topografia não pode se encontrar irregularidades e a paquimetria geralmente não pode ser menor que ½ milímetro (500 micra). Os usuários de lentes de contato devem suspendê-las para realização dos exames pré-operatórios. No caso das gelatinas suspender uma semana e para rígidas três semanas.

Cirurgia Refrativa a LaserA anestesia é local em forma de colírio. Um instrumento (bléfaro-estato) é utilizado para imobilizar a pálpebra. Um pequeno disco é confeccionado na própria córnea (figura 1 e 2) do paciente com um aparelho chamado microcerátomo, sendo em seguida levantado.

Miopia, Astigmatismo, Hipermetropia

A cirurgia é rápida, com média de cinco segundos por grau, havendo possibilidade (10%) de não retirar todo o grau. Durante a aplicação há um remodelamento da córnea por LASERESCULTURA (figura 3).

Miopia, Astigmatismo, Hipermetropia

O disco é reposicionado no leito estromal sem necessidades de pontos. A recuperação pode acontece em até 48 horas, dependendo da reação inflamatória de cada um, sendo utilizados apenas colírio antibiótico e anti-inflamatório preventivos. Alguns pacientes sentem, nas primeiras 6 horas, sensação de areia nos olhos, lacrimejamento e ardor, sendo indicado o uso de colírio lubrificante.

Ponderações devem ser feitas em indivíduos com graus elevados (miopia acima de oito, astigmatismo acima de quatro e hipermetropia acima de cinco), pois a escultura a LASER em excesso induz mudanças acentuada de curvatura corneano com efeitos visuais que podem provocar baixa na qualidade visual.